segunda-feira, 12 de agosto de 2013
A Redominha Sob a Redoma!
Postado por
Root
|
E não é que a porra da Redoma me
enganou essa semana?
Tudo bem, hoje é segunda, e sai
episódio novo, mas só vi o episódio da semana passada ontem.
Enfim, eu achei que Alice não ia
morrer!
Passei a considerar a Redoma um
formigueiro gigante, cuidado por alienígenas. Imaginei que a falta de insulina
de Alice seria uma desculpa para deus ex machina entrar em cena mais uma vez
que resolver o problema milagrosamente. Não sei por que falo em milagre em
Chester’s Mill, com toda a zona que acontece, o Barbie pegando a Moranguinho,
um bebê prematuro que é gigante. Um beijo lésbico entre John Coffey (como o
café, mas escreve diferente) e Alice (beijo tão bonitinho e terno que passei a
gostar delas como casal uns minutos antes da loira morrer) numa hora nada haver.
Enfim...
Ainda tenho minhas implicâncias quanto
a Bubba, e ainda tenho uma admiração nada secreta por Big (Bruce Willis) Jim.
Não estou fazendo sentido, certo?
Como a série não faz. Vamos voltar...
Joe Espantalho imagina que a
Redoma é uma célula e passa a procurar seu núcleo. E o acha! É uma minirredoma
bem no meio de Chester’s Mill. Provavelmente inquebrável como a Redoma mãe, ela
tem um pequeno dispositivo dentro, que começou brilhar.
![]() |
| Que PORRA será esse ovo? Podem ver que ele está dentro da redominha? |
Enquanto descobrem a redominha
(vamos chama-la assim), Norrie (Bubba) vê uma manifestação na floresta, na
forma de Alice. Joe também vê! Correndo para casa para saber o que está
acontecendo com uma de suas mães, Norrie deixa Joe um tanto pra traz.
Aí que vemos o que é amor entre
irmãos! Angie (que estava desaparecida há dias) está na varanda de sua casa,
Joe a abraça e não pergunta onde ela estava. Impressionante!
Enfim, logo após ser forte o suficiente
para fazer um parto, Alice tem um problema com sua diabetes e, aparentemente,
morre. (Digo aparentemente porque, Sob a Redoma, tudo pode acontecer).
Enquanto isso, do outro lado da
cidade, vemos Big Jim matar um capanga de Ollie (aqui um adendo para dizer que
o Ollie do livro era um menininho que sobreviveu à Redoma enfiado debaixo de um
monte de batatas), que tinha “roubado” seu propano. Cara, como o Big Jim é mau.
Mau como um pica pau.
Junior coloca sua fúria assassina
pra fora, matando o menino que tentou estuprar Angie. No livro esses irmãos são
filhos da puta, mas amigos de Junior.
Enfim, o drama humano impera
neste episódio em que nada demais foi falado sobre a Redoma e os esforços do
povo De fora para tirar os De dentro de lá. Fraco.
Sinceramente, esperando essa
temporada acabar pra ver no que dá. Estou muito decepcionada com a série em si,
mesmo que ela não fosse do Tio King e mesmo se ela não fosse um livro bom pra
caralho.
PS empolgado: cada episódio morrem uns três
domingo, 11 de agosto de 2013
Top 10 - Dia dos pais macabro
Postado por
Superguri
|
Kingmanolos, como vão? Já deram um abraço no seu veião hoje?
Pois bem, deveriam, pois como veremos nesse post - a estreia dos Tops 10 do site - tem muita gente que não tem tamanha sorte na vida de ter um pai legal. E é isso que vamos elencar hoje nesse dia temático tão inspirador: Os pais mais FDP da ficção. Vamos a eles:
#10 - Mortal Kombat - Shao Khan.
Pense num pai ruim. Agora pense em Shao Khan. Não bastou destruir um reino inteiro tomando a mulher do rei a força, ele precisou pegar a pequena Kitana como filha e obrigou-a a se tornar uma assassina e viver seus dias em lutas sangrentas. E quando viu traços de bondade nela decidiu trocá-la por um zumbi horrível que passou a chamar de verdadeira filha: Milena. Pô, Shao, desprezar Kitaninha é um erro grave. Mas tu tá perdoado porque dessa lista tu não dá nem pro cheiro...
#09 - Amityville - George Lutz.
James Brolin queria um lar perfeito e um novo começo para sua família, mas a Casa tinha outros propósitos para eles e George embarcou na ideia. Não deu um inicio, mas sim um fim para toda a família. Tendo um pai como esses...
#08 Star Wars - Darth Vader.
Não é terror, mas o Anakin assustou muita gente com aquele bafo eletroeletrônico. Comandou um exército inteiro atrás de seus rebentos e não tinha dúvida nenhuma quando a situação a sua frente demonstrava que os dois tinham que morrer. Sua maldade era tanta que decepou a mão de seu próprio filho... Como Luke ia poder bater uma bronha pensando na própria irmã Leia... Opa, talvez ele não seja assim tão mal...
#07 - Lost - Anthony Copper.
Pra quem não lembra ele era o pai do John Locke. E ele que dormiu com a mãe do garoto James "Sawyer" Ford e ocasionou a ruína dessa família. Roubou um rim do seu filho carequinha (que na época tinha cabelo e, cruzes, como era feio) e pra mostrar que não tava para brincadeira nessa lista arremessou o filho pela janela do 8º andar tornando-o paralítico. E tornou o Locke em doido varrido, mas isso não conta.
#06 - O filho de Chucky - Chucky.
Eu não sei vocês, mas ser um boneco já faz de você um terrível pai. Soma-se a isso ser um bandido dos piores, vingativo e ainda ter mania de esfaquear garotinhos para tentar pegar seus corpos. Pra mim isso faz do Chucky um pai infernal.
#05 - A hora do pesadelo - O último pesadelo.
Freddy virou papai. Você não sabia? Não lembra? Katherine era o nome da endiabrada que era tão maléfica quanto seu bonito progenitor. Haja mãe que queira ter dado pra ele.
#04 - A Estrada da Noite - O defunto dono do terno.
Craddock McDermott é um dos piores pais não só dos livros, como também de todos as mídias do entretenimento. Ele não se contentou em deixar as filhas lelés da cuca e psicotizá-las a tal ponto de achar que elas eram imundas para esse mundo entrando em um alto grau de tendência a suicídio como também estuprou-as quando ainda eram pequenas crianças ingênuas. Não contente com seus pecados em vida infernizou-as até do outro lado da morte fazendo-as sentir-se culpadas por terem sido vítimas de um pai crápula da pior espécie.
#03 - O Iluminado - Jack Torrance.
Jack só pelo fator humano já poderia estar aqui, pois em uma crise de bebedeira quebrou o frágil bracinho de Danny (com três aninhos) de uma maneira extremamente estúpida e física e psicologicamente dolorosa. Porém ele não estaria em uma posição tão alta "apenas" por isso. Ele tentou "dar o remédio" para sua prole e isso significava esfolá-lo com um machado. Tá, sei que o Overlook estava dominando o zelador, mas as forças malignas não teriam tomado ele por completo se ele fosse um pouco menos filho da puta. Tentar decepar o filho é tão feio... Terceira posição pra ti, Jack boy.
#02 - Creepy Show (1982) - Happy Father's Day.
"Feliz dia dos pais" foi escrito por... Adivinha? Ganha uma bala. De 12. É, Stephen King, o nosso tio. Conta a história de um pai bronco que foi dado cabo pela filha. A filha não é lá grandes coisas, mas ele mostra que é um "bom" pai quando volta dos mortos e dá o troco para sua graciosa filhota. Serve um bolo pra lá de maravilhoso...
#01 - Bebê de Rosemary.
Eu não sei quanto a vocês, mas para mim quem ganha essa parada é o "pai" do bebê de Rose. Afinal, se o tinhoso teve um filho ele não precisa de muito para tomar a primeira posição automaticamente. E isso vale para muitos outros filmes onde o diabo figura tendo um filho como, por exemplo, A Profecia 3 e o endiabrado do Adam Sandle, haha.
E você? Teria alguém pra por na lista?
Como vocês podem ver agradeçam o paizão que tem, pois tem tanta gente que não teve essa sorte.
E você tem medo do quê?
Pois bem, deveriam, pois como veremos nesse post - a estreia dos Tops 10 do site - tem muita gente que não tem tamanha sorte na vida de ter um pai legal. E é isso que vamos elencar hoje nesse dia temático tão inspirador: Os pais mais FDP da ficção. Vamos a eles:
#10 - Mortal Kombat - Shao Khan.
Pense num pai ruim. Agora pense em Shao Khan. Não bastou destruir um reino inteiro tomando a mulher do rei a força, ele precisou pegar a pequena Kitana como filha e obrigou-a a se tornar uma assassina e viver seus dias em lutas sangrentas. E quando viu traços de bondade nela decidiu trocá-la por um zumbi horrível que passou a chamar de verdadeira filha: Milena. Pô, Shao, desprezar Kitaninha é um erro grave. Mas tu tá perdoado porque dessa lista tu não dá nem pro cheiro...
#09 - Amityville - George Lutz.
James Brolin queria um lar perfeito e um novo começo para sua família, mas a Casa tinha outros propósitos para eles e George embarcou na ideia. Não deu um inicio, mas sim um fim para toda a família. Tendo um pai como esses...
#08 Star Wars - Darth Vader.
Não é terror, mas o Anakin assustou muita gente com aquele bafo eletroeletrônico. Comandou um exército inteiro atrás de seus rebentos e não tinha dúvida nenhuma quando a situação a sua frente demonstrava que os dois tinham que morrer. Sua maldade era tanta que decepou a mão de seu próprio filho... Como Luke ia poder bater uma bronha pensando na própria irmã Leia... Opa, talvez ele não seja assim tão mal...
#07 - Lost - Anthony Copper.
Pra quem não lembra ele era o pai do John Locke. E ele que dormiu com a mãe do garoto James "Sawyer" Ford e ocasionou a ruína dessa família. Roubou um rim do seu filho carequinha (que na época tinha cabelo e, cruzes, como era feio) e pra mostrar que não tava para brincadeira nessa lista arremessou o filho pela janela do 8º andar tornando-o paralítico. E tornou o Locke em doido varrido, mas isso não conta.
#06 - O filho de Chucky - Chucky.
Eu não sei vocês, mas ser um boneco já faz de você um terrível pai. Soma-se a isso ser um bandido dos piores, vingativo e ainda ter mania de esfaquear garotinhos para tentar pegar seus corpos. Pra mim isso faz do Chucky um pai infernal.
#05 - A hora do pesadelo - O último pesadelo.
Freddy virou papai. Você não sabia? Não lembra? Katherine era o nome da endiabrada que era tão maléfica quanto seu bonito progenitor. Haja mãe que queira ter dado pra ele.
#04 - A Estrada da Noite - O defunto dono do terno.
Craddock McDermott é um dos piores pais não só dos livros, como também de todos as mídias do entretenimento. Ele não se contentou em deixar as filhas lelés da cuca e psicotizá-las a tal ponto de achar que elas eram imundas para esse mundo entrando em um alto grau de tendência a suicídio como também estuprou-as quando ainda eram pequenas crianças ingênuas. Não contente com seus pecados em vida infernizou-as até do outro lado da morte fazendo-as sentir-se culpadas por terem sido vítimas de um pai crápula da pior espécie.
#03 - O Iluminado - Jack Torrance.
Jack só pelo fator humano já poderia estar aqui, pois em uma crise de bebedeira quebrou o frágil bracinho de Danny (com três aninhos) de uma maneira extremamente estúpida e física e psicologicamente dolorosa. Porém ele não estaria em uma posição tão alta "apenas" por isso. Ele tentou "dar o remédio" para sua prole e isso significava esfolá-lo com um machado. Tá, sei que o Overlook estava dominando o zelador, mas as forças malignas não teriam tomado ele por completo se ele fosse um pouco menos filho da puta. Tentar decepar o filho é tão feio... Terceira posição pra ti, Jack boy.
#02 - Creepy Show (1982) - Happy Father's Day.
"Feliz dia dos pais" foi escrito por... Adivinha? Ganha uma bala. De 12. É, Stephen King, o nosso tio. Conta a história de um pai bronco que foi dado cabo pela filha. A filha não é lá grandes coisas, mas ele mostra que é um "bom" pai quando volta dos mortos e dá o troco para sua graciosa filhota. Serve um bolo pra lá de maravilhoso...
#01 - Bebê de Rosemary.
Eu não sei quanto a vocês, mas para mim quem ganha essa parada é o "pai" do bebê de Rose. Afinal, se o tinhoso teve um filho ele não precisa de muito para tomar a primeira posição automaticamente. E isso vale para muitos outros filmes onde o diabo figura tendo um filho como, por exemplo, A Profecia 3 e o endiabrado do Adam Sandle, haha.
E você? Teria alguém pra por na lista?
Como vocês podem ver agradeçam o paizão que tem, pois tem tanta gente que não teve essa sorte.
E você tem medo do quê?
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
15 dias
Postado por
Superguri
|
Salve, Kingmanolos. Há 15 dias atrás entrou no ar a primeira postagem desse humilde recanto que presta uma homenagem ao mestre do terror, um dos mestre não poderíamos ser tão rasos..., e ao próprio ramo do fantástico. Essa pequena seção "Papo Kinguiano" serve exatamente para isso, para nos aproximar e podermos ter um plá informal.
As aulas voltaram e muitas coisas legais surgiram, mas não vou abandonar esse espaço. Para isso conto com muitas pessoas boas e que as chamei por uma única razão: Confiança nelas.
Além disso estou matutando muitas coisas bacanas e que espero que possam diverti-los pra valer além de dar um cagaço de leve em vocês. Temos um número legal de visitantes diários por dia, mas mais importante que isso eu quero a sua participação. Vou me esforçar para fazer desse canto obscuro um lugar onde você possa se sentir a vontade assim como fica quando lê um livro do nosso tio, por isso opine, comente, ajude-nos crescer. Até segunda que vem vou começar a organizar as colunas e trazer algumas parcerias. Além do quê quero ver se abasteço as páginas do Tio King (TK) com muito mais conteúdo sobre terror e sobrenatural? Que tal? Quero mesmo ouvir vossa opinião. Ah, tem um contato mais intimista que é pelo sitetioking@gmail.com, mas insisto em ver mais comentários por aqui.
E você tem medo do quê?
sábado, 3 de agosto de 2013
Resenha Literária: Desespero
Postado por
Unknown
|
"Quando o sol se põe e um vento soturno começa a soprar, tudo pode acontecer. E é bem provável que logo se descubra o verdadeiro sentido da palavra desespero."
Título Original: Desperation
Esperei tempo demais para publicar a resenha desse livro, sinceramente. A obra, que dentre tantas tão maravilhosas, ocupou por quase um ano o título de melhor livro de todos os tempos para mim, recentemente cedendo lugar à A Dança da Morte (The Stand). Mas bah, tu pensas ao ler a sinopse. O que essa guria, no meio de tanto Chick Lit quer com Stephen King? Mas esse cara fez parte da minha adolescência junto com a paixão da minha vida, Edgar Allan Poe. Esse livro revela o melhor de SK, na minha opinião. Mas muita gente ficou com a ideia de que ele era um puta fanático religioso. Caramba, isso é exatamente o que me conquistou! A batalha religiosa, tanto aqui como em ADM, te pegas totalmente, te transportas para aquelas páginas, tu já estás na luta, e precisas decidir-te rapidamente de que lado estás.
"Aquele que não ama não conhece Deus, pois Deus é amor." (João 4:8)
"David recostou sua cabeça novamente no banco, fechou seus olhos e começou a rezar."
Título Original: Desperation
Autor: Stephen King
Editora: Ponto de Leitura (Selo Objetiva)
Gênero: Religião, Sobrenatural, Terror
Páginas: 540
Ano: 1996
(Segunda obra favorita da Bezerrinha, de todos os tempos!)
Sinopse: Um gato espetado numa placa da Rodovia 50 - uma das mais solitárias dos Estados Unidos - revela que nem sempre é fácil chegarmos ao nosso destino. O professor Jackson e sua esposa, a família Carver e o escritor Jonh Marinville sabem disso. O trajeto até a cidade de Desespero indica que a viagem será sombria e assustadora. Afinal, ao longo deste insólito caminho existe Collie Entragian, um louco disposto a fazer das suas palavras a própria lei. Quem conseguirá sobreviver? Este é o ponto de partida do novo romance de Stephen King, "Desespero".
Neste romance, o grande mestre descreve a luta apocalíptica entre Deus e o demônio que acontece na pequena cidade de Desespero. O terrível personagem Entragian é apenas uma ponta visível de um terror que tem longos e poderosos tentáculos. O confronto é cruel e literalmente desesperador.... Prepare o seu fôlego e embarque nesta trama alucinante do mestre King.
Neste romance, o grande mestre descreve a luta apocalíptica entre Deus e o demônio que acontece na pequena cidade de Desespero. O terrível personagem Entragian é apenas uma ponta visível de um terror que tem longos e poderosos tentáculos. O confronto é cruel e literalmente desesperador.... Prepare o seu fôlego e embarque nesta trama alucinante do mestre King.
" – Você tem o direito de permanecer calado. Qualquer coisa que você disser poderá ser usada contra você no tribunal. Você tem o direito de ter um advogado presente durante qualquer interrogatório. Eu vou matar vocês. Se você não puder pagar um advogado, um defensor lhe será indicado. Você compreende seus direitos?"
Esperei tempo demais para publicar a resenha desse livro, sinceramente. A obra, que dentre tantas tão maravilhosas, ocupou por quase um ano o título de melhor livro de todos os tempos para mim, recentemente cedendo lugar à A Dança da Morte (The Stand). Mas bah, tu pensas ao ler a sinopse. O que essa guria, no meio de tanto Chick Lit quer com Stephen King? Mas esse cara fez parte da minha adolescência junto com a paixão da minha vida, Edgar Allan Poe. Esse livro revela o melhor de SK, na minha opinião. Mas muita gente ficou com a ideia de que ele era um puta fanático religioso. Caramba, isso é exatamente o que me conquistou! A batalha religiosa, tanto aqui como em ADM, te pegas totalmente, te transportas para aquelas páginas, tu já estás na luta, e precisas decidir-te rapidamente de que lado estás.
Em Desespero, SK usa bem suas táticas para impressionar: terror e violência. Aqui, os dois andam de mãos dadas e ninguém é poupado, seja como vítima, seja como leitor. Eu logo de cara já me arrepio, mas vocês sabem o quanto amo gatos, então não é novidade. Essas táticas pegam o leitor de jeito? Sim, pegam, mas particularmente acho que o assunto "Deus" dá mais certo e infinitamente mais pano para a manga. Várias pessoas estão viajando, sejam solitárias ou em grupos, duplas. E todas (bem, quase todas, tu saberás lendo) são paradas na estrada pelo maior guarda já visto. E, é aí que a coisa engrossa legal, gente. Todos eles se apegam ao menino mais velho dos Carver, David. Preciso dizer o quanto me afeiçoei a ele? Mexeu demais comigo a história dele e de como o garoto deu a mão para Deus e tornaram-se amigos. Nossa, muito emocionada só de lembrar (já faz tempo que li, mas guardo bem na memória cada detalhe)! As partes dos milagres foram bem tocantes, e a gente sente mesmo esperança quando estamos perto do David. Ele é até um moleque calmo ao longo de todas as páginas, visto o horror pelo qual passou logo no início. A tensão é grande em algumas cenas dele, principalmente a do sabão, concordarás comigo.
Todos ali sofreram perdas, o guarda é muito mal! Mas se mantêm firmes em sua sobrevivência. Eu passei aflitérrima pelo momento em que íamos descobrir o que se passou naquela cidade para ela ser tão deserta e como raios um homem pode ser tão alto e com uma cor tão esquisita. E nosso mestre não me decepciona, tirei o chapéu para o enredo, todas as explicações e todos os pontos. King foi tão ousado que utilizou um recurso que só vi raras vezes: reaproveitamento de personagens. Claro, não de personagens principais, mas mesmo assim, curti pacas isso. Quem nunca se perguntou como andaria tal personagem, ou que sentiu saudade e tal. E as obras não são ligadas em enredo nem nada, a única ligação que possuem é essa personagem. Muito bacana mesmo.
Enfim, não quero aprofundar-me na questão da religiosidade aqui nessa resenha, embora ela renda horas a fio de vozes exaltadas. Essa é uma história que nos conta que por pior que seja a maldade de um ser, Deus triunfa sobre ela. Deus triunfa sobre tudo, e ele pode ser cruel, mas Deus é amor...
Enfim, não quero aprofundar-me na questão da religiosidade aqui nessa resenha, embora ela renda horas a fio de vozes exaltadas. Essa é uma história que nos conta que por pior que seja a maldade de um ser, Deus triunfa sobre ela. Deus triunfa sobre tudo, e ele pode ser cruel, mas Deus é amor...
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Chuva Sob a Redoma
Postado por
Root
|
Nesses seis capítulos já veiculados descobrimos algumas
coisas muito estranhas. A primeira é o vento. Sei que Moranguinho (mais
conhecida como Julia) tem cabelos longos, ruivos e lindos, mas os cabelos estão
sempre esvoaçando, o que é muito, muito bad pra minha pessoinha. Afinal,
relembremos que a Redoma deveria BLOQUEAR Chester’s Mill do mundo. E isso não
acontece direito.
Nem vou falar da bagunça com as personagens, nem da carta
RIDÍCULA que a cunhada da Moranguinho mostrou pelo lado de fora da Redoma
dizendo que seu amadíssimo – viciado em jogo - marido estava dando o fora.
O ÚNICO personagem de quem estou efetivamente gostando é Big Jim. Ele é manipulador, ele é
esperto, ele é mau e ele é careca e é das carecas que elas gostam mais.
Na verdade, creio que Big Jim está super bem construído na
série, e no livro eu já gostava dele. A-D-O-R-O ver o egoísmo das pessoas
quando as máscaras caem. Mas também amo, me amarro, em ver que o cara é filho
da puta antes que as outras pessoas saibam. Big Jim NUNCA faz nada sem
calcular, e espero que a promessa que ele fez para Angie ( de dar o que ela e
Joe necessitarem) seja cobrada de uma forma espetacular.
No mais, Bubba (vide Norrie) é uma idiota sem noção nenhuma
do que anda fazendo. Joe é um moleque insosso (era tão legal no livro) e os
dois ESTÃO CONECTADOS À REDOMA.
Que porra é essa? No livro (olha o SPOILER) a Redoma é uma
coisa alienígena, uma brincadeirinha de aliens entediados.
Aí que entra a grande questão da semana:
CHOVEU NA REDOMA.
Pra quem não leu, Sob a Redoma se passa em pouco mais de uma
semana. Por que isso, Arnaldo?
Porque o clima sob a Redoma é uma zona. Efeito estufa instantâneo.
O ar VAI ACABANDO. As pessoas ficam sufocadas. O ar esquenta, a porra fica
séria.
Na série (todos comemora, sqn), vamos ter mais uma temporada
pelo menos, então a solução foi essa: a Redoma está nos ajudando a sobreviver.
Aí chove quando eles precisam de água. Será que vai rolar um
churrasquinho quando eles precisarem de proteína, ou que vão cair contêineres
de comida da Dharma Corporation quando eles ficarem sem macarrão com queijo?
PQP!!
Enfim, eu elaborei minha própria explicação para poder
engolir essa e continuar em frente: Imaginemos que a Redoma é um formigueiro
alien. Os humanos são os animaizinhos de estimação de seja lá quem colocou a
Redoma sobre eles. Então, quem está sobre a Redoma está alimentando e cuidando
de quem está sob ela.
Isso ainda não explica porque, diabos, Bubba e Joe estão “conectados”
ao acontecimento, mas eu vou ter que arrumar alguma resposta na minha cabeça até
semana que vem, ou vou pirar.
Enfim, está duro de ver, viu? E não é porque sou a chata fã
do livro, é porque a série está uma droga, sem ação, sem emoção e sem noção.
Em busca da Torre Negra através de Silent Hill
Postado por
Unknown
|
Primeiramente, gostaria de agradecer ao amigo Saul por permitir que eu compartilhe minhas
< copiado diretamente de blog.ricardobrusch.com.br (propaganda gratuita) >
Aqueles que me conhecem pessoalmente sabem o quanto admiro o trabalho de Stephen King, e a influência que ele tem sobre minha escrita. Aposto também que os mesmos que conhecem esta minha peculiaridade também conhecem a minha admiração pela série de videogames Silent Hill. Quando iniciei a minha leitura em “A Torre Negra – O Pistoleiro”, o primeiro livro da série, nunca imaginei que seria surpreendido com lances de memória à respeito do game durante a viagem literária proposta por King. Agora estou nas últimas páginas do terceiro livro – As Terras Devastadas – e em alguns momentos juro ter acreditado que a equipe da Konami, responsável pelos videogames da série Silent Hill, deram uma lida nos livros e usaram referências dele para compor parte do mundo do videogame. Para fins de comparação cronológica, os livros que me levaram à fazer a comparação foram lançados entre 1982 e 1991, e o primeiro jogo da série foi lançado apenas em 1999. E quer um fator interessante que também me fez acreditar ainda mais nesta hipótese? No jogo, o personagem principal se encontra na cidade de Silent Hill, sob a neblina intensa que mais adiante se transforma em cinzas recorrentes do incêndio que destruiu a cidade. Para se guiar por ela, ele tem disponível um mapa. As ruas da cidade tem nomes inspirados em escritores de séries de horror (o que leva a crer que os criadores realmente gostavam desse tipo de literatura), e uma das ruas possui o nome de “Bachman”, referência à “Richard Bachman”, um dos pseudônimos do mestre King. Tudo bem, existem mais umas 12 ou 15 ruas nomeadas com escritores do gênero, mas mesmo assim é um fator relevante.
Roland de Gilead, da Torre Negra, poderia ter inspirado a criação de Harry Mason
[spoiler mode = on]
Mas o que é a Torre Negra? Segundo a descrição dada por Roland de Gilead (o último pistoleiro em um mundo que “seguiu adiante”), a Torre Negra é o lugar que possui todo o tempo e espaço, ou seja, é onde existem os portais para todos os mundos e épocas. Sua missão é chegar até ela, e fazer com que o mundo não continue “seguindo adiante”, como ele mesmo diz. Em alguns momentos do primeiro livro imaginava que este mundo onde se encontra o pistoleiro fosse alguns mil anosantes do nosso tempo, pois não há referência de tecnologias ou coisas que temos atualmente, muito menos a consciência de países como Estados Unidos e tudo mais. Isto fica bem claro quando Roland encontra, em meio a sua caçada ao “homem de preto” (que também tem ligação com a Torre), um menino chamado Jake, que não sabe como chegou ali, muito menos como voltar para o mundo onde ele “morreu”. Ele tem poucas lembranças deste mundo, mas em uma sessão de hipnose conduzida pelo pistoleiro ele consegue lembrar de detalhes como carros, manequins em vitrines e outras coisas peculiares de uma cidade como Nova York. Estes detalhes são completamente desconhecidos por Roland. Ele nunca ouvira falar em coisas como estas. Porém, a visão do leitor muda (e eu adoro estas surpresas), quando mais adiante, ao passar por uma pequena cidadezinha, Roland ouve uma pessoa cantarolar em um saloon local “Hey Jude”, mas da mesma forma como hoje cantamos músicas de ninar para crianças: elas fazem parte de nossa vida, conhecemos desde sempre, mas não sabemos quem ou quando foram compostas ou introduzidas em nossa cultura. Agora a situação se inverte. Acredito neste momento que este mundo onde está o pistoleiro se encontra em uma dimensão alguns mil anos à nossa frente.
[spoiler mode = off]
Não darei mais detalhes dos livros referentes ao enredo da história para não estragar as grandes surpresas que Stephen King nos presenteia durante a leitura de seus clássicos. Lembro que, ao decorrer destes 3 livros que já li, o pistoleiro e seus companheiros (sim, ele encontra aliados pelo caminho, mas não vou dizer quem nem como, descubra por si próprio) passam por diversos lugares e dimensões, todos já definidos em seu ka (destino, como ele costuma falar na língua superior). E cada nova parte que eles caminham vejo mais e mais semelhanças com lugares reais de hoje em dia, e é claro, em outros lugares muitas semelhanças com o jogo Silent Hill. É a descrição das criaturas que perambulam sem direção por estas cidades e dimensões, que (as vezes) lembram humanos mas com silhuetas desfiguradas, ou então criaturas com aparência de podridão que vivem na escuridão e atacam aqueles que passam por sua área, e por todo lado onde Roland anda há destruição, sinais de violência, moribundos, morte. Um clima extremamente tenso de medo e as vezes ódio…. Enfim, são esses e vários outros pontos que me fazem viajar entre os mundos de Roland e de Silent Hill sem perder o foco na história da Torre Negra.
A Torre Negra é um portal entre mundos, mesma função exercida por Cheryl em Silent Hill
E para finalizar o post e deixar em aberto para você tirar suas próprias conclusões, lembro o objetivo principal de Henry Mason no primeiro game de Silent Hill, que era encontrar sua filha Cheryl em meio ao caos da cidade fantasma. Roland por sua vez, tem foco total em encontrar a Torre Negra, não importa o que tenha que enfrentar. Seria Henry o pistoleiro e Cheryl a própria Torre Negra? Lembre-se que ela é a única que pode permitir que alguém atravesse o portal entre Silent Hill e o mundo real, exatamente como a Torre permite a passagem entre os mundos…
Só sei que estou ansioso para completar a leitura da série (são apenas 7 livros e mais de 4,000 páginas, já estou chegando próximo à metade, hehehe), e saber como irá acabar essa incansável busca pela fonte de todo o bem e o mal, a fonte de domínio sobre todo o tempo e o espaço neste e em outros mundos!
< fim da cópia >
Então, esta é uma das teorias mais malucas que criei, mas acredito que se analisá-la à fundo, você encontrará algum fundamento hehehe...
Pois bem, encerro por aqui meu primeiro post, e assim que possível (se as críticas não forem negativas e o Saul não me banir por mau comportamento), escreverei mais sobre o mestre King e seus trabalhos, para compartilhar aqui com todos.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
"Os Estranhos" irá virar mini série
Postado por
Gerson Tavares
|
Há alguns dias surgiu o rumor que "Os Estranhos" - "The Tommyknockers", nos Estados Unidos -, viraria uma mini série pela emisora NBC. No livro, a ideia geral é que moradores de uma cidadezinha do Maine - Sim, mais uma história no Maine! - se vê abalada por estranhos acontecimentos.
Publicado em 1987 nos Estados Unidos, pela editora Putnam - e pela editora Francisco Alves, no Brasil, em 1991. O livro já teve uma adaptação para televisão, em 1993, também em forma de mini série.
O site ING nos conta que "Ao fazer o anúncio, o presidente da NBC, Robert Greenblatt, reconheceu o sucesso de Under the Dome (Sob a Redoma), adaptado pela emissona CBS, e afirmou que isso fez com que eles, de certa forma, olhassem os catálogos de Stephen King."
Aos amantes do terror, a NBC também anunciou que irá fazer um remake do clássico filme de Romam Polanski, O Bebê de Rosemary.
Os produtores executivos de Thommyknockers são Frank Konisberg e Larry Sanitsky.
Ainda não foram divulgadas novas informações a respeito da mini série, então fiquem com a sinopse do livro, para aqueles que ainda não leram terem uma ideia do que a série vai relatar.
Existe algo estranho nas florestas de Haven, no Maine. Quando sai a passeio com seu cão Beagle, BobbiAnderson literalmente tropeça nesse algo. Dentro de pouco tempo ele começa a agir de maneira estranha.Quando Jim Gardner, poeta, bêbado e suicida potencial decide visitar Bobbi, única pessoa realmente amiga que lhe resta, encontra uma mulher mudada.
Obcecada, frenética, ela está inventando coisas, construindo coisas. Desenvolveu poderes telepáticos. Contudo, mais singular e mais sinistro do que tudo, é aquilo que ela descobriu, enterrado além do final de sua horta. Entretanto, não é Bobbi apenas que está mudada. Lentamente, enquanto o estranho algo é desenterrado, os moradores do lugar se vão tornando cada vez mais bizarros - e homicidamente perigosos - em seu comportamento. Jim Gardner não penetrou em um sonho ébrio, mas em um pesadelo com olhos abertos...
E aí, ansiosos para ver a mini série?
Fonte: ING
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